domingo, 25 de novembro de 2012

Guerra entre portugueses e alemães - piada

Guerra entre portugueses e alemães        Estava havendo uma guerra entre portugueses e alemães.
        Ambos os lados estavam camuflados e não era possível matar ninguém. Até que um alemão teve uma ideia: Ele chamaria pelo nome e os portugueses que aparecessem, eles matariam. Então, o alemão gritou:
        - Ô Manuel!
       Uma grande quantidade de português levantou e os alemães metralharam todos!
       Os portugueses, vendo que metade do exército tinha morrido resolveu revidar. Pensaram: "Tudo quanto é alemão chama Fritz". Então gritaram:
       - Ô Fritz!
       Simplesmente o batalhão inteiro da Alemanha apareceu e gritou:
       - Não tem nenhum Fritz aqui!
       E os portugueses:
       - Ah, se tivesse...

a) Marque a opção que possui o mesmo sentido do termo “camuflados”:
(   ) a postos;       (   ) disfarçados;        (   ) enrolados;      (   ) com roupas à prova de bala.

b) Por que os alemães decidiram chamar os portugueses pelo nome Manuel?

c) Os alemães foram ingênuos em responder que não tinha ninguém como o nome Fritz?  (  ) sim    (   ) não

d) Esse texto provoca humor?  (   ) sim          (   ) não

e) Nesse texto foram usados vários sinais de pontuação. Marque o que sugere a reticência usada na seguinte frase:  - Ah, se tivesse...
(   ) sugere que a fala é uma pergunta.
(   ) sugere que é uma surpresa.
(   ) sugere que teria algo a ser dito.

f) A palavra ideia antes da reforma ortográfica era acentuada; agora ela não recebe mais o acento. Essa afirmativa está correta ou errada?

“Barcos de papel”, de Guilherme de Almeida

Leia o texto “Barcos de papel”, de Guilherme de Almeida e responda às questões:
Barcos de papel

Quando a chuva cessava e um vento fino
franzia a tarde tímida e lavada,
eu saía a brincar pela calçada,
nos meus tempos felizes de menino.

Fazia de papel toda uma armada
e, estendendo meu braço pequenino,
eu soltava os barquinhos, sem destino,
ao longo das sarjetas, na enxurrada...

Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles,
que não são barcos de ouro os meus ideais:
são feitos de papel, tal como aqueles.

perfeitamente, exatamente iguais...
- que os meus barquinhos, lá se foram eles!
foram-se embora e não voltaram mais!


1ª – Baseado na leitura do poema, o que o autor quis dizer com a expressão “tarde tímida”:
(   ) que estava chovendo;
(    ) que estava fazendo sol;
(    ) que tinha chovido e o sol ainda não reaparecera.

2ª – O poeta diz que seus ideais são como barquinhos de papel. Baseado na principal característica de um barco de papel, por que o poeta compara seus ideais com um barquinho de papel?


3ª – Pelo entendido sobre o poema conclui-se que:
(   ) hoje o poeta é mais feliz que na infância;
(   ) a vida lhe reservou decepções e não conseguiu realizar seus ideais;
(   ) o poeta queria ficar rico.

4ª – No verso “eu saía a brincar pela calçada”, o pronome “eu” é:
(   ) pessoal reto, 3ª pessoa do singular;
(   ) de tratamento;
(   ) pessoal oblíquo, 2ª pessoa do pluaral;
(   ) pessoal reto, 1ª pessoa do singular.

5ª – No verso “nos meus tempos felizes de menino”, a palavra “meus” é pronome possessivo. Justifique essa afirmativa.


6ª – Por que será que no poema foi utilizado o pronome demonstrativo “aquele” em vez de “este”?


7ª – Classifique o pronome “ele”.


8ª – Para quem podemos utilizar o pronome de tratamento “Vossa Exceleência”?

“Felicidade”, de Fernando Pessoa

- Observe o poema “Felicidade”, de Fernando Pessoa:
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

4ª) Os verbos “Alague, volte, comece, mate-o, segure-o” encontram-se no modo indicativo, subjuntivo ou imperativo? Por quê?

5ª) Qual o sentido da palavra “Alague”, presente no trecho: “Alague seu coração de esperanças”?

6ª) A expressão “mas não deixe que ele se afogue nelas” quer dizer:
(    ) que a pessoa não pode viver só de esperanças, deve agir;
(    ) que a pessoa não pode ter esperanças;
(    ) que a pessoa deve acreditar somente no que é real.

7ª) Que interpretação devemos ter com a palavra “mate-a”, presente no verso “Se sentir saudades, mate-a”?

8ª) Explique o verso: “Se perder um amor, não se perca!”.

poema de Solano Trindade: Quando eu nasci

Leia abaixo o poema de Solano Trindade:

Quando eu nasci,
Meu pai batia sola,
Minha mana pisava milho no pilão,
Para o angu das manhãs...
Portanto eu venho da massa,
Eu sou um trabalhador...
Ouvi o ritmo das máquinas,
E o borbulhar das caldeiras...
Obedeci ao chamado das sirenes...
Morei num mucambo do ""Bode"",
E hoje moro num barraco na Saúde...
Não mudei nada...

1ª – Podemos dizer que esse texto é um poema autobiográfico? Por quê?
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2ª – Considerando que substantivo é a palavra que nomeia os seres, retire do poema quatro substantivos.
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3ª – Como o eu lírico se define?
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4ª – O que o eu lírico quis dizer com o verso “Portanto eu venho da massa”?
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5ª – Classifique os substantivos abaixo:
a) sirene
b) saúde
c) enxame
d) guarda-sol

6ª – Observe o artigo presente neste verso “Ouvi o ritmo das máquinas”. Que mudança no sentido haveria se o verso fosse assim: “Ouvi um ritmo das máquinas”?
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7ª – Na frase “Paulo é o cara, pois resolveu todas as questões de Matemática”, quanto ao artigo, marque a resposta certa:
(   ) Paulo é um cara desconhecido, já que foi usado um artigo definido;
(   ) O uso do artigo indefinido trás à frase um sentido de definição quanto ao Paulo;
(   ) Nessa frase, o artigo definido no trecho “o cara” revela que Paulo é uma pessoa que se destaca por ter

O Leão Apaixonado - Esopo

O Leão Apaixonado
        Um Leão pediu a filha de um camponês em casamento. O Pai, desgostoso por não poder dizer não, já que dele tinha muito medo, viu também no momento, um bom modo de livrar-se de vez por toda do problema.
        Ele disse que concordaria em tê-lo como genro, mas com uma condição; Este deveria deixar-lhe arrancar suas unhas e dentes, pois sua filha tinha muito medo dessas coisas.
        Contente da vida leão concordou. Feito isso, o ele volta a fazer seu pedido, mas o camponês, que já não mais o temia, pegou um cajado e expulsou-o de sua casa, o que o fez com que o leão voltasse para a floresta.
Autor: Esopo

1. Marque a opção que traduz a moral da fábula:
(   ) Quem é grato de coração, sempre encontrará uma oportunidade para demonstrar sua gratidão;
(   ) Um hipócrita não consegue disfarçar suas verdadeiras intenções, apesar das palavras gentis.
(   ) Todos os problemas, quando examinados de perto, acabam por revelar sua solução.

2. Quem conseguiu livrar a moça do casamento com o leão e como conseguiu?

3. Na história, quem se mostrou esperto: o pai ou o leão? Por quê?

4. Classifique os substantivos:
a) leão  (   ) coletivo;   (   ) comum;   (   ) próprio.
b) medo (   ) concreto;   (   ) abstrato;    (   ) composto.

5. Em “Um Leão pediu a filha de um camponês em casamento”, por que foi usado o artigo indefinido “um” antes da palavra “leão” e “camponês”?

6. Em “O Pai, desgostoso por não poder dizer não” que palavra revela uma característica (adjetivo) do pai?

7. Na frase “Mauro é o cara, pois resolveu todas as questões de Português”, quanto ao artigo grifado, marque a resposta certa:
(   ) Mauro é um cara desconhecido, já que foi usado um artigo definido;
(   ) O uso do artigo indefinido trás à frase um sentido de definição quanto ao Mauro;
(   ) Nessa frase, o artigo definido no trecho “o cara” revela que Mauro é uma pessoa que se destaca por ter conseguido resolver as questões;
(   ) O artigo “o” classifica-se como indefinido.

Esse cara sou eu – Roberto Carlos em sala de aula

Canção: Esse cara sou eu – Roberto Carlos
O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora
Que está todo tempo querendo te ver
Porque já não sabe ficar sem você

E no meio da noite te chama
Pra dizer que te ama
Esse cara sou eu

O cara que pega você pelo braço
Esbarra em quem for que interrompa seus passos
Está do seu lado pro que der e vier
O herói esperado por toda mulher

Por você ele encara o perigo
Seu melhor amigo
Esse cara sou eu

O cara que ama você do seu jeito
Que depois do amor você se deita em seu peito
Te acaricia os cabelos, te fala de amor
Te fala outras coisas, te causa calor

De manhã você acorda feliz
Num sorriso que diz
Esse cara sou eu (2 x)

Eu sou o cara certo pra você
Que te faz feliz e que te adora
Que enxuga seu pranto quando você chora
Esse cara sou eu (2x)

O cara que sempre te espera sorrindo
Que abre a porta do carro quando você vem vindo
Te beija na boca e te abraça feliz
Apaixonado te olha e te diz
Que sentiu sua falta e reclama
Ele te ama

Esse cara sou eu (4x)

1) Na letra dessa canção observamos o eu lírico demonstrando o quanto ama essa mulher e para isso faz uso de pronomes indefinidos para revelar o quanto está presente na vida dela. Quais são eles?

2) O eu lírico trata a sua amada na 3ª pessoa (você). Isso denota distanciamento ou aproximação?

3) Podemos afirmar que na música há rimas? Justifique.

4) Que versos ocorrem hipérbole?

6) Que expressões denotam circunstâncias de tempo?

7) Levando em conta o uso do pronome demonstrativo em relação ao espaço, podemos afirmar que no verso “ esse cara sou eu” há erro gramatical?

8) Sabemos que, gramaticalmente, não iniciamos uma frase com o pronome obliquo. Que versos fogem à regra. É comum isso ocorrer em letras de músicas? Por quê?

9) Que verso justifica que “esse cara” é o herói esperado por toda mulher?

10) É correto afirmar que “esse cara” é o eu lírico, apesar de usar “ele te ema”?

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Atividades para o 6º ano

Observe abaixo o poema de Ademir Assunção:
O patinho feio

Era o mais feio de todos
Só fazia trapalhadas
Nem cantar ele sabia
Nadava que nem um louco
Se brincava ninguém entendia

Tentou fazer amizades
Tentou uma duas três vezes
Tiraram sarro dele
Diziam que era o avesso

Um dia o patinho cansou
Comprou um bilhete pra lua
Já era tempo futuro
Mudar de planeta foi como atravessar a rua

De cima ele olhava tudo
E via como aquilo era estranho
Um planeta cheio de gente
Gente que fala mas não sente (...)


1ª – Explique porque o patinho resolveu ir para a lua.
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2ª – Por que para o patinho as pessoas que vivem no planeta falam mas não sentem?
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3ª – No texto, foi utilizado a palavra “amizade”. Escreva o antônimo dela.
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4ª – Responda:
a) o que não se pode recuperar?_________________________
b) o que não se pode ver?______________________________
c) o que não se pode explicar?___________________________
d) o que não se pode suportar?____________________________

5ª - Para descrever o patinho foram utilizados alguns adjetivos. Cite dois.
_______________________________________________________________________________________

6ª – Dê os adjetivos correspondes às locuções adjetivas:

a) raios de sol:______________
b) cobras com venenos: _________________
c) plantas da água: ____________________
d) animais da terra: _____________________



7ª – A partir das palavras abaixo, forme outras palavras, acrescentando o sufixo “oso”:

a) sabor:_____________
b) gosto:______________
c) pavor: _______________
d)delícia:____________________

7ª –Leia o texto “O LEÃO E O RATINHO”, de Esopo.
      Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
      Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
      Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva. Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
      Uma boa ação ganha outra.
a) Como o leão conseguiu se soltar da rede dos caçadores?

b) A fábula O leão e o ratinho quer:

(  ) ensinar o leitor que devemos fazer boas ações para merecer também boas ações. 
(  ) descrever as relações dos animais na floresta.
(  ) revelar grandes segredos ao leitor.               
(  ) contar sobre a fuga do leão.

Leia a quadrinha:
Sou jardineiro imperfeito
Pois no jardim da amizade
Quando planto amor-perfeito
Nasce sempre uma saudade

a) Por que o eu lírico afirma que ele é um jardineiro imperfeito?
(  ) Porque a planta morre;
(  ) Porque ele não conseguiu fazer amizade com a planta;
(  ) Ele é imperfeito porque quando consegue um amigo, este vai embora deixando saudades.

b) No primeiro verso “Sou jardineiro imperfeito” qual palavra é substantivo e qual é adjetivo?

c) No verso “Nasce sempre uma saudade”, o artigo “uma” está definindo ou indefinindo a palavra saudade? Explique?

Leia o seguinte texto: As árvores e o machado
      Um homem foi à floresta e pediu às árvores, para que estas lhe doassem um cabo para o seu machado novo. O conselho das árvores então concorda com o seu pedido, e lhe ofertam uma jovem árvore para este fim.
      E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já havia derrubado com seus potentes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquele bosque.
      Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho:
      O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos respeitado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé, ainda por muitos anos.                                                                                                                                      Autor: Esopo
Moral da História:
Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia, outros fizerem o mesmo consigo.

a) O que pretendia o homem ao ir à floresta?

b) Após conseguir o que queria, o homem começou a praticar algumas ações. Essas ações foram boas? Por quê?

c) Quem foi sacrificada para que houvesse um novo machado?

d) As árvores, ao atender ao pedido, foi solidária ao homem, mas obteve sérias consequências. Quais?

e) Retire do texto um substantivo próprio:

f)Numere as frases: 1 – Exclamativa;  2 – Interrogativa;  3 – Imperativa;  4 – Afirmativa.


(   ) Quem provocou o mal?
(   ) Não faça o mal a ninguém.

RECEITA DE BRIGADEIRO   
INGREDIENTES:
1 lata de leite condensado.
4 colheres de sopa de chocolate em pó.
1 colher de sopa (cheia) de manteiga.  
100g de chocolate granulado.  
100 forminhas de papel do tamanho que desejar enrolar o doce.
MODO DE FAZER  
   Misture todos os ingredientes numa panela e ponha para ferver em forno brando. O ideal é mexer sempre, com uma colher de pau. Deixe ferver até começar a desgrudar do fundo da panela.
   Despeje em uma vasilha rasa untada com óleo ou manteiga para esfriar.
   Depois de frio, enrole os brigadeiros. Para facilitar, passe um pouco de manteiga na mão. Por fim, passe o doce enrolado, no chocolate granulado e coloque em forminha de papel.

1ª – Podemos dizer que esse texto é instrucional? Por quê?

2ª – Todo texto é produzido com uma intenção. Com que finalidade foi produzido o texto acima?

3ª – Observe as formas verbais empregadas no texto: “misture”, “despeje em uma vasilha”, “coloque em uma forminha”. Os verbos se encontram em qual modo verbal: indicativo (certeza), subjuntivo (dúvida) ou imperativo (ordem)?

4ª – Conjugue o verbo “passar” no presente do indicativo:
Eu ___________              Nós ___________
Tu ___________              Vós ___________
Ele ___________              Eles ____________

5ª – Classifique as palavras quanto ao número de sílabas:
a) panela
b) ferver

6ª – Diga quantas letras e quantos fonemas possuem as palavras abaixo:
a) forminhas
b) chocolate

7ª – Leia a quadrinha:
Sou jardineiro imperfeito
Pois no jardim da amizade
Quando planto amor-perfeito
Nasce sempre uma saudade

a) Por que o eu lírico afirma que ele é um jardineiro imperfeito?
(  ) Porque a planta morre;
(  ) Porque ele não conseguiu fazer amizade com a planta;
(  ) Ele é imperfeito porque quando consegue um amigo, este vai embora deixando saudades.

Leia abaixo:
       Uma formiga sedenta veio à margem do rio para beber água.  Para alcançá-la, devia descer por uma folha de grama. Quando assim fazia, escorregou e caiu dentro da correnteza.
       Uma pomba, pousada numa árvore próxima, viu a formiga em perigo. Rapidamente, arrancou uma folha da árvore e deixou-a cair no rio, perto da formiga, que pôde subir nela e flutuar até a margem.
       Logo que alcançou a terra, a formiga viu um caçador de pássaros, que se escondia atrás duma árvore, com uma rede nas mãos. Vendo que a pomba corria perigo, correu até o caçador e mordeu-lhe o calcanhar. A dor fez o caçador largar a rede e a pomba fugiu para um ramo mais alto.
       De lá, ela arrulhou para a formiga:
       - Obrigada, querida amiga.
       "Uma boa ação se paga com outra."                                                                    Fábula de Esopo

1ª - Qual o perigo que ameaçava a vida da formiga?




2ª - A pomba também se encontrou em perigo. Conte como foi que ela conseguiu escapar da situação de perigo?




3ª – Pelas ações da pomba em relação à formiga, que características podemos atribuir a ela?




4ª – Em nossa vida de que forma podemos agir como agiram a formiga e a pomba?




5ª – A locução adverbial a seguir “dentro da correnteza” expressa circunstância de:
(   ) tempo;            (   ) lugar;             (   ) dúvida;        (    ) afirmação.

6ª – O advérbio “rapidamente”, no texto, expressa:
(    ) negação;      (   ) intensidade;     (   ) modo;           (   ) tempo.

7ª – Marque somente a alternativa correta quanto ao sentido do texto acima:
(   ) O texto acima é uma fábula que apresenta linguagem real, pois é normal animais falarem;
(   ) O texto acima é uma fábula que apresenta linguagem figurada, pois os animais recebem características de seres humanos, o que não é real;
(   ) A fábula acima mostra uma linguagem denotativa (real), por revelar fatos que realmente ocorrem na vida real.

Leia o poema abaixo, de Olavo Bilac:
Armas, num galho de árvore, o alçapão;
E, em breve, uma avezinha descuidada,
Batendo as asas cai na escravidão

Dás-lhe então, por esplêndida morada,
    A gaiola dourada;
Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo:
Por que é que, tendo tudo, há de ficar
    O passarinho mudo,
Arrepiado e triste, sem cantar?

1ª – O que significa a palavra “escravidão”, no poema?
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2ª – Por que a avezinha caiu na escravidão?
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3ª – Na escravidão, o que foi oferecido ao pássaro?
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4ª – Como se sentia o pássaro?
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5ª – O pronome “lhe” substitui que palavra?
(   ) morada    (   ) avezinha      (   ) água    (   ) gaiola

6ª – Classifique os pronomes abaixo:
a) lhe: _____________________           b) tudo: ______________________

7ª – Preencha as lacunas com pronomes demonstrativos adequados:
a) Está vendo _____________ estrela? Ela brilha para você! (esta, essa, aquela)
b) Achei lindo _____________ brinco que você está usando! (este, esse, aquele)

8ª – Enumere as colunas:
1. Pronomes pessoais retos         (   ) seu, tua, nosso
2. Pronomes possessivos            (   ) eu, ele, nós

9ª – Para quem devemos usar os pronomes demonstrativos abaixo:
a) Vossa Excelência: _______________________________________________________________
b) Vossa Senhoria: ________________________________________________________________

Leia o poema abaixo:
Pássaro em vertical (Libério Neves)
Cantava o pássaro e voava
                 Cantava para lá
Voava para cá
Voava o pássaro e cantava
de
  repente
            um
                 tiro
                      seco
          penas fofas
                 leves plumas
                 mole espuma
        e um risco
           surdo
n
o
r
t
e

s
u
l

1ª – Observe “de repente um tiro”. O que aconteceu com o pássaro?



2ª – Antes do tiro o que o pássaro estava fazendo?



3ª – A posição das palavras “norte sul” revela que o pássaro:
(  ) voava mais alto;    (  ) está caindo, por ter recebido o tiro.

4ª – A palavra que possui o sentido oposto de risco é:
(  ) segurança;   (  ) insegurança.

5ª – O verbo “voava” está em que pretérito?


6ª – As palavras “lá” e “cá” indicam:
(  ) tempo;     (  ) lugar;    (  ) modo.

Leia o poema, abaixo, de Sidônio Muralha:
Pássaro livre


Gaiola aberta.
Aberta a janela.
O pássaro desperta,
A vida é bela

A vida é bela
A vida é boa.

Voa, pássaro, voa.



1ª – O que significa “despertar”?

2ª – Ao despertar, o pássaro encontra a janela aberta. Que atitude o pássaro deve tomar?

3ª – Por que para o pássaro a vida é bela?

4ª – Observe “A vida é bela”. A palavra “bela” é substantivo ou adjetivo?

5ª – E a palavra “vida”, é nome ou característica?

6ª – Você acredita que é correto prender os pássaros em gaiolas? Explique.

7ª – Seres humanos e animais têm direitos à liberdade. Para você, o que é liberdade?

Leia atentamente a fábula “A cigarra e a formiga”, de Esopo:
Estava a cigarra, saltitante, a cantarolar pelos campos, quando encontrou uma formiga que passava carregando um imenso grão de trigo.
“Deixe essa trabalheira de lado”, disse a cigarra, “e venha aproveitar esse dia ensolarado de verão”.
“Não posso. Preciso juntar provimentos para o inverno”, disse a formiga, “e recomendo que você faça o mesmo”.
“Eu me preocupar com o inverno?”, perguntou a cigarra. “Temos comida de sobra por enquanto”.
Mas a formiga não se deixou levar pela conversa da cigarra e continuou o seu trabalho.

Quando o inverno chegou, a cigarra não tinha o que comer, enquanto as formigas contavam com o suprimento de alimentos que haviam guardado.
Morrendo de fome, a cigarra teve de bater à porta do formigueiro, onde foi acolhida pelas formigas, e assim aprendeu sua lição.
Esta fábula ensina que é necessário preparar-se para os dias de necessidade.

1ª – Baseado na história lida, responda:
A – Qual a principal característica da formiga nesta fábula?
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B – Qual a diferença da cigarra para a formiga?
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2ª – Observe: “encontrou uma formiga que passava carregando um imenso grão de trigo.”. O verbo passava denota uma ação ocorrida no passado (pretérito). Essa ação dá a idéia de continuidade (que se repetiu) ou uma ação completamente concluída no passado?
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3ª – O verbo encontrou do trecho: “quando encontrou uma formiga” está no pretérito perfeito. Com base nessa informação, esse verbo indica que:
(   ) que a cigarra sempre se encontrava com a formiga (ação que se repetia);
(   ) que a cigarra encontrou uma vez a formiga (ação concluída)

4ª – A partir da moral da história e trazendo essa lição para a nossa vida, podemos concluir que:
(   ) quem não trabalha tem como ter seu sustento;
(   ) na escola, podemos comparar o aluno preguiçoso com a cigarra: quer tirar uma nota boa sem ter estudado; já o aluno estudioso pode ser comparado com a formiga, pois se prepara o ano inteiro para conseguir boas notas no fim do ano;

5ª – O tempo futuro é aquele que anuncia uma ação que ainda acontecerá. Ele se divide em dois: futuro do pretérito e futuro do presente. Diga se os verbos indicados estão no futuro do presente ou no futuro do pretérito:
A – O passeio ciclístico acontecerá amanhã. ­­­­­­­­­_______________________________________
B – O passeio ciclístico aconteceria amanhã. _______________________________________
C – Após as provas eu estarei de férias. __________________________________________
D – Amanhã eu estaria de férias. ______________________________________________

6ª – O modo imperativo é aquele no qual o verbo expressa uma ordem ou pedido. Das frases abaixo qual se encontra no modo imperativo?
(   ) Carlos ganhou um cachorro.
(   ) A turma da 5ª série são bons alunos.
(   ) Crianças, estudem mais!

Observe a sinopse, abaixo, do filme “Toy Story 3 Woody”:
     Em Toy Story 3 Woody, Buzz e toda a turma de volta às telonas quando Andy se prepara para ir para a faculdade e seus leais brinquedos vão parar numa… creche! Mas esses bravos baixinhos com seus dedinhos pegajosos não estão para brincadeira, então, serão todos por um e um por todos, enquanto implementam seu plano da grande fuga. Embarcam com eles nesta aventura, muitos rostos novos — alguns de plástico, outros de pelúcia, incluindo o famoso solteiro e festeiro acompanhante da Barbie, Ken; o ator e ouriço de jardineira, Espeto; e um ursinho de pelúcia rosa com cheiro de morango, chamado Lotso Ursinho Fofo.
   
1ª) Na sinopse, observamos a descrição do filme, que faz uso de vários verbos; sobre eles responda:
a) No trecho “serão todos por um e um por todos”, o verbo “serão” está em que tempo verbal?

b) Na expressão “Andy se prepara”, o verbo preparar, no texto, está em que tempo verbal?

2ª) A expressão “todos por um e um por todos” possui o sentido de:
(   ) que cada componente da turma age por si só;
(   ) união, de colaboração entre os membros da turma;
(   ) que todos devem colaborar por uma pessoa, mas essa pessoa não colabora com todos.

3ª) O texto relata que os brinquedos irão se unir para planejar uma fuga. Eles pretendem fugir de onde?

4ª) Pela descrição, notamos que outros personagens além dos brinquedos participam do filme. Quais são eles?

5ª) No trecho “Embarcam com eles nesta aventura”, a palavra “embarcam” significa:
(   ) entram em um barco;    (   ) participam com eles;      (   ) entram em um trem.

6ª) Marque a alternativa em que o verbo está no imperativo:
(   ) Nossa! Como está frio hoje!
(   ) Fomos ontem ao parque.
(   ) Este ano, estude mais!

7ª) Na frase “Os alunos da 5ª série brincavam muito, mas também estudavam com freqüência”. Os verbos indicam uma ação concluída no passado ou ação que se repetia no passado?

8ª) Observe: “Às seis da manhã, parou de chover”. O verbo “parou” está no pretérito perfeito ou pretérito imperfeito? Por quê?

9ª) A expressão “leais brinquedos” indica que os brinquedos eram:
(   ) corajosos;       (   ) amigos sinceros;     (   ) falsos amigos.

Observe o texto:
“Clarissa infla as narinas. Parece-lhe que o luar tem um perfume todo especial. Se ela pudesse pegar o luar, fechá-lo na palma da mão, guardá-lo numa caixinha ou no fundo de uma gaveta para soltá-lo nas noites escuras.” (Érico Veríssimo)
A – O pronome ela faz referência a que palavra dita anteriormente?

B – E o pronome lo se refere a que palavra?

3ª – Observe o texto abaixo de Chico Buarque:
“O meu pai era paulista                                          Foi Antonio Brasileiro
Meu avô, pernambucano
O meu bisavô, mineiro                                            Foi Antonio Brasileiro
Meu tataravô, baiano                                              Que soprou esta toada
Que cobri de redondilhas”
Meu maestro soberano

Percebe-se que há, no texto, a repetição do pronome “meu”. Qual o sentido desta palavra?
(   ) é uma forma de tratamento;      (   ) demonstra algo;          (   ) indica posse.

4ª – Leia: “Declaração de amor à médica:
Não venha com essa conversa de me dar alta, pois só de pensar nesta possibilidade eu fico mais doente!”
A – A frase “não venha com essa conversa” é:
(   ) um conselho;       (   ) uma ordem;            (   ) uma pergunta.

B – Classifique o pronome “eu”.

C – O pronome “me” é:
(   ) pessoal reto;      (   ) pessoal oblíquo.

5ª – Complete com esse (a), este (a) ou aquele (a), conforme a norma culta:
A – Pegue _______ livro que está perto de você. (o livro está perto da pessoa com que se fala)
B – Está vendo ________ pulseira que estou usando, ganhei de aniversário. (a pulseira está próximo da pessoa que fala)
C – Olhe _________ pássaro, está voando muito alto. (o pássaro está longe das duas pessoas)

6ª – Diga para quem devemos usar estes pronomes de tratamento:
A – Vossa Senhoria
B – Vossa Majestade
C – Vossa Excelência
D – Senhor

Leia o texto seguinte (fragmento do livro “Em busca do tesouro de Magritte”) para responder às questões:

A floresta do contrário
Todas as florestas existem antes dos homens. Elas estão lá e então o homem chega, vai destruindo, derruba árvores, começa a construir prédio, casas, tudo com muito tijolo e concreto. E poluição também. Mas com esta floresta aconteceu o contrário. O que havia antes era uma cidade dos homens, dessas bem poluídas, feia, suja, meio neurótica. Então as árvores foram chegando, ocupando novamente o espaço, conseguiram expulsar toda aquela sujeira e se instalaram no lugar. É o que poderia se chamar de vingança da natureza – foi assim que terminou o seu relato o amigo beija-flor. Por isso ele estava tão feliz, beijocando todas as flores – aliás um colibri bem assanhado passava flor por ali, ele já sapecava um beijão.
Agora o Nan havia entendido porque uma e outra árvore tinha parede por dentro, e ele achou bem melhor assim. Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras. Era um lugar muito bonito, gostoso de se ficar.

1ª – O título do texto já mostra que vai se falar de uma floresta diferente. Explique por que essa floresta é diferente das outras.

2ª – A história da “floresta ao contrário” é contada por um beija-flor. Como se sentia o beija-flor, ao contar a história? Por que ele se sentia assim?
3ª – Na passagem “Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras” percebemos que o texto possui uma linguagem imaginária, de sentido figurado para demonstrar que a natureza se vingou. Em nosso mundo, a natureza tem se vingado?
(   ) Não, porque não ocorre nenhum desastre ambiental no nosso mundo.
(   ) Sim, porque ocorrem enchentes; desmoronamento de encostas, derrubando casas; tsunamis, calor intenso, etc.

4ª – Observe as palavras “poluídas, feia, suja”. Essas palavras são adjetivos, ou seja, são características de outra palavra dita anteriormente. Qual é essa palavra?


5ª – Sabemos que uma história se refere ao passado, presente ou futuro através de seus verbos. Observe os verbos do texto e responda: o beija-flor relata uma história do presente ou do passado? Como você percebeu isso?


6ª – Cite dois verbos, do texto, que se encontram no presente.

7ª – Cite dois verbos, do texto, que se encontram no passado.

8ª – No enunciado “ele já sapecava um beijão”, o verbo sapecava indica uma ação concluída ou uma ação que se repetia no passado?

Leia o poema abaixo de Manuel Bandeira:
Pardalzinho
O pardalzinho nasceu
Livre. Quebraram-lhe a asa.
Sacha lhe deu uma casa,
Água, comida e carinhos.
Foram cuidados em vão:
A casa era uma prisão,
O pardalzinho morreu.
O corpo Sacha enterrou
No jardim; a alma, essa voou
Para o céu dos passarinhos!

1ª – Diga qual foi a casa que Sacha deu ao pássaro?

2ª – Por que será que o Pardalzinho morreu?

3ª – Sacha achava que estava cuidando bem do pássaro, mas os cuidados foram em vão. Para o pássaro o que faltava?

4ª – Diga quantas letras e quantos fonemas existem na palavra “Pardalzinho”?

5ª – Sacha não compreendia o desejo do passarinho. Entre eles houve comunicação?
a) Se ele estivesse entendido o desejo do pardal, que atitude ela tomaria?

As nuvens e a infância
“Olha aquela, é um avião”.
     “Estou vendo uma flecha”.
     “Uma carroça”.
     Era assim que passávamos horas e horas nos divertindo com as nuvens, que, para todas as crianças daquela época não eram nuvens, eram animais, objetos dos mais diversos, todos os que podíamos imaginar
     Do que elas eram feitas?
     Tal curiosidade não era o suficiente para tirar nossas atenções.
     Vislumbrávamos mais um macaco que acabara de se formar, minutos antes a mesma nuvem era um elefante, ou uma elefanta? Nossa meninice se enveredava pelos ares todas as vezes que chegávamos da escola primária, nosso passa tempo predileto, tirando os brinquedos que criávamos e os esmerilávamos nas ruas de chão do bairro pobre da cidade.
     Ah, aquilo sim era infância!
     Agora, somos homens crescidos, cada um seguiu um rumo diferente.
     Continuo a ver “coisas” nas nuvens. Infelizmente meus filhos não conseguem, para eles, as nuvens são nuvens, apenas nuvens.
(José Augusto G. de Almeida)

1ª – No texto o autor fala da sua infância, o que ele mais costumava fazer, tendo em vista o título do poema: “As nuvens e a infância”?

2ª - Você acredita que o autor, agora adulto, sente saudades de sua infância? Por quê?

3ª - Na sua opinião as crianças que moram em cidades grandes têm o mesmo tipo de brincadeiras que as crianças que moram em pequenas cidades? Explique.

4ª - As crianças possuem fantasias. O autor fantasiava as nuvens com animais. Justifique essa afirmação com um trecho do texto.

5ª - Dependendo do contexto em que se encontre, uma mesma palavra pode ser substantivo ou adjetivo. Classifique as palavras destacadas, nas orações abaixo, em substantivo ou adjetivo:
a)      Se o tempo continuar feio, não sairemos;
b)      Entre um e outro escolheu o feio;
c)      É preciso separar o bom e o mau;
d)     As crianças acreditavam que ele era um homem mau.

6ª – Associe os adjetivos às suas respectivas locuções verbais:
I – lacustre
II – fluvial
III – docente
IV – onírico
V – insípida

(  ) Alimentava-se graças à fauna do lago.
(  ) As águas do rio permitem a navegação.
(  ) Amanhã haverá reunião do corpo de professores.
(  ) Refugiava-se num mundo de sonhos.
(  ) Serviu-nos uma comida sem gosto.